Com base em estudo disponível no sítio da fazenda nacional (clique aqui para acessar a íntegra) é possível indicar que o percentual do lucro que ficará com a União federal no regime de partilha é pelo menos 12 pontos percentuais ( aproximadamente 80 bi de dólares ) maior do que o cenário do regime de concessões para campos com grande produção em águas profundas - sendo que o percentual tende a piorar com valores maiores do barril ( tabela 1 ) . E no mundo trata-se do terceiro melhor regime em termos de remuneração governamental, com 69 %, só perde para o modelo chinês e Venezuelano, igualando-se ao Russo (tabela 2 ). E levando-se em conta o dividendo da Petrobras a que tem direito o governo a participação aumenta para 76 %, a segunda melhor do mundo.
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22 de outubro de 2013
Quase tudo sobre o leilão de Libra
Cinco pontos explicam novo modelo exploratório do pré-sal
leilão do campo de Libra foi o primeiro a ser realizado sob vigência do novo marco regulatório para a exploração petrolífera no Brasil.
Saiu vencedor o consórcio formado pela francesa Total, pela americana Shell, pelas chinesas CNPB e CNOOC, e pela Petrobrás, após um leilão marcado por protestos.
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| Protesto na frente da sede da Petrobras |
Aprovado em 2010 para o desenvolvimento das reservas do pré-sal, o novo modelo substituiu o regime de concessões pelo regime de produção partilhada.
O modelo garante uma participação ampla da Petrobras e de entes estatais na exploração dos poços, ainda que em parceria com empresas privadas.
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